domingo, 3 de novembro de 2013

Bruxas são assim....



É gente de conteúdo interno que transcende a compreensão medíocre, simplória.

É gente que tem idealismo na alma e no coração, que traz nos olhos a luz do amanhecer e a serenidade do ocaso.

Tem os dois pés no chão da realidade.

É gente que ri, chora, se emociona com uma simples carta, um telefonema, uma canção suave, um bom filme, um bom livro, um gesto de carinho, um abraço, um afago.

É gente que ama e curte saudades, gosta de amigos, cultiva flores, ama os animais.

Admira paisagens.

Poeira traz lembranças de chão curtido de sonhos passados.

Escuta o som dos ventos.

Dança a dança do mundo pelo simples prazer de dançar.

É gente que tem tempo para sorrir bondade, semear perdão, repartir ternura, compartilhar vivências e dar espaço para as emoções dentro de si.

Emoções que fluem naturalmente de dentro de seu ser!

É gente que gosta de fazer as coisas que gosta, sem fugir de compromissos difíceis e inadiáveis, por mais desgastantes que sejam.

Gente que semeia, colhe, orienta, se entende, aconselha, busca a verdade e quer sempre aprender, mesmo que seja de uma criança, de um pobre, de um analfabeto.

É gente muito estranha as Bruxas.

Gente de coração desarmado, sem ódio e preconceitos baratos.

Gente que fala com plantas e bichos.

Dança na chuva e alegra-se com o sol.

Cultuam a Lua como Deusa e lhe faz celebrações...

Eh!! Gente muito estranha essas Bruxas.

Falam de amor com os olhos iluminados como par de lua cheia.

Gente que erra e reconhece, cai e se levanta, com a mesma energia das grandes marés, que vão e voltam em uma harmoniosa cadência natural.

Apanha e assimila os golpes, tirando lições dos erros e fazendo redentores suas lágrimas e sofrimentos.

Amam como missão sagrada e distribuem amor com a mesma serenidade que distribuem pão.

Coragem é sinônimo de vida, seguem em busca dos seus sonhos, independente das agruras do caminho.

Essa gente, vê o passado como referencial , o presente como luz e o futuro como meta.

São estranhas as Bruxas!

Acreditam no poder do feminino, estão sempre fazendo da maternidade a sua maior magia e através da incessante luta pela paz chegam a divindade de existir pelo amor da Grande Mãe, a natureza.

Da mesma forma que produzem um belíssimo visual, de elegância refinada com as raias da vaidade, se vestem como verdadeiras Bruxas medievais a caminho do patíbulo.

Iluminam de beleza e jovialidade o corpo físico com habilidade mágica e com facilidade transforma-se, permitindo-se um sóbrio aspecto de velha senhora, a depender da lua nos seus espíritos.

Cultuam as sagradas tradições como forma de perpetuar as leis que regem o universo, passam de geração para geração a fonte renovadora da sabedoria milenar.

São fortes e valentes ao mesmo tempo humildes e serenas.

São leoas e gatinhas, são muito estranhas as Bruxas.

Com a mesma habilidade que manuseiam livros codificados, o fazem com panelas e vassouras... São aventureiras e criam raízes, dançam rock, valsa e polka, danças sagradas , e inventam o que precisa ser inventado.

Criam e recriam.

Contam contos e histórias de fadas , e carochinhas, contam suas próprias histórias...

Falam de generosidade e de todas as daides em exercício constante, buscam a plenitude como propósito...

Interessante essa gente, essas Bruxas.
Se obrigam tarefas, de evoluir, de amar e dividir...

falam de desapego em plena metrópole, em meio as tecnologias.
Cantam mantras e músicas populares, mas se emocionam com as folclóricas.

Mexem com ervas e chás, são primitivas e avançadas.

Pulam da mesa do rei para um abrigo montanhês com o mesmo sorriso enigmático de prazer e sabedoria que iluminava a face das suas ancestrais.

Degustam um pão artesanal, receita medieval da velha senhora das montanhas com a mesma gula que o fazem em um banquete cinco estrelas, com pães ultra sofisticados daquela celebridade da cozinha francesa.

Amam em esteiras e em grandes suites, desde que estejam felizes, pois ser feliz é sempre a única condição dessa gente estranha.

É gente que compra briga pela criança abandonada, pelo velho carente pelo homem miserável, pela falta de respeito humano...

é gente que fica horas olhando as estrelas, tentando decifrar seus mistérios, e sempre conseguem.

Gente que lê em fundos de xícaras, em bolas de cristal, tarot, com pedras, na areia, nas nuvens, no fogo, no copo d'água...

são mesmo muito estranhas!

Oram para elementais, anjos e gnomos.

Falam com intimidade com os Deuses e lhes chamam para um círculo, fazem fogueiras e dançam em volta...

Viajam de avião, a pé, de carro e em lombos de animais, agradecendo pelas oportunidades que a vida lhes dá...

aliás, essa gente estranha agradece por tudo, até pela dor, que chamam de mãe, pois acreditam que é a forma mais rápida para a evolução...

Se reúnem em escolas iniciáticas que chamam de coven, para mutuamente se bastarem, se protegerem,se resguardarem, resgatar valores, estudar...

muito estranhas são as Bruxas.

Mas estranha mesmo é a fé que as mantém vivificadas ao longo de cinco mil anos.

Que seja abençoada toda essa gente estranha...e desconfio que é deste tipo de gente que a DEUSA precisa para o terceiro milênio...


"Oito palavras o Credo das Bruxas enseja : Sem prejudicar ninguém, faça o que você deseja"

sábado, 2 de novembro de 2013

dreams Witch

E quando vc adormecer estarei ao seu lado em sonhos,
te levarei por caminhos jamais trilhados, por vivências jamais vividas....
Vem comigo !

Witch.....


Bruxa...

Diz com os olhos o que a boca silencia, 
senti com o coração mas não atende o cérebro dizendo não.
Olha com o olfato, com o paladar ela cheira, na audição vê tudo a sua volta e no tato...
uma predadora nata, caçadora da emoção te levando a banhar nas águas de um vulcão....
Não tenha medo dessa fascinação pois se ela sentir o cheiro do seu coração,
irá te saborear com amor e paixão. Isso é uma Loba,Fêmea Humana sem medo de ser caça ou caçadora.

Visão gnóstica da música .

“A música é a primeira manifestação  para os seres vivos, também para os homens.”
A música (o som, o verbo) é tida como primeira manifestação de Deus para a criação de tudo, das infinitas galáxias, da natureza e dos homens, porque ela vem do que é chamado de Plano Causal, ou Plano das Causas Naturais. Essa região do Cosmos está logo acima dos quatro corpos de pecado do homem, corpo mental, astral, etérico e físico.
Antes de raiar o dia no Universo, cantaram os Deuses e demônios…
O sopro de Deus criou o homem, este maravilhoso instrumento que ressoa toda a criação…
A música é tão importante que está presente em todas as Teogonias, em toda Cosmogonia de todas as religiões da Terra.
Os hindus qualificaram que a Música do Universo redime toda a dor, e, aquele que a conhece, experimenta a felicidades sem limites.



Os antigos gregos postularam que o som dos planetas ao redor do Sol produzia a Música das Esferas…

Por ser a música a energia externa mais sutil e estimulante para o trabalho interno é que é entregue para a humanidade a seguinte prática ou exercício esotérico na meditação profunda, escutar com atenção máxima uma obra de música clássica dos Grandes Compositores Iluminados, tais como Bach, Mozart, Beethoven, Wagner etc. Essa técnica da meditação musical é hoje em dia chamada de Musicossofia.
O passo seguinte é observar a materialização do som em nossa tela mental, ou seja, verificar as imagens que a música nos passa; porque a cor no plano astral é a materialização do som que vem do mundo causal.
(Nota: Algumas músicas não se traduzem em imagens. Nesse caso, auxilia o desenvolvimento de um chacra em particular.)
Para ajudar nesse exercício é conveniente que se faça a mantralização da vogal E (Eeeee….), ou ainda o mantra EN (Eeeennnnn….), também pode ser usado o mantra EUE (Eeeeeuuuueeee).
Esse pequeno exercício irá ajudar na capacidade de compreensão da linguagem musical, da Língua de Ouro falada pelos Anjos. Recordamos que a Clariaudiência desenvolvida com este exercício é a faculdade do Verbo, do Saber Calar, de ouvir mais do que escutar etc.
Para ilustrar isto que foi colocado, eis o significado esotérico de algumas composições dos Iluminados da Música:
EDWARD GRIEG
” Piano Concerto in A minor, Op 16″
Essa música é um julgamento do Tribunal de Anúbis. É a representação de uma Essência sendo julgada depois de perder o seu corpo físico.
WOLFGANG AMADEUS MOZART
Missa da Coroação
Uma das hipóteses para seu nome é que teria sido feita em honra à coroação do Imperador Leopoldo II. Alguns afirmam que foi composta para os Rituais de Iniciação de Neófitos maçons no Grau de Aprendiz. Esotericamente, é o Ser atribuindo certas responsabilidades para sua Essência.
LUDWIG VAN BEETHOVEN
A Quinta Sinfonia auxilia nos processos da auto-observação estimulando este sentido da visão espacial.
A Terceira Sinfonia, que é conhecida como Heróica, dá ânimo aos casais em dificuldades. Verdadeira exortação à arte do saber amar.
RICHARD WAGNER
A Cavalgada das Walkírias
Nesta música, um a um os espermatozoides vão subindo pela coluna vertebral, tal qual um exército do Ser a serviço da Divina Mãe.
TCHAIKOVSKY, PIOTR ILYITCH
Concerto para piano nº 1 em si bemol menor Op. 23
Maravilhosa celebração à amizade. Muito propícia para alegrar e fortalecer laços de amizade.
Todo aquele que tiver oportunidade de ver um espetáculo de música clássica, deve fazê-lo. Se em sua cidade existe uma Orquestra Sinfônica, vá escutar a Harmonia do Universo captada pelos Grandes Iluminados da Música. Dar essa chance ao Ser Interno é dever daquele que anda ou pretende andar pelo Caminho Esotérico e facilita o êxtase ou Samadhi...
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OS SETE DONS DO MAGO




As pessoas que estudam as religiões orientais e outros ramos difundidos no Ocidente desenvolvem uma tendência quase mórbida pela aquisição de dons, que vão desde manifestações psíquicas simples até um nível bem profundo como aquilo que em Sânscrito é denominado de Siddhis. A pessoa que apresenta tais poderes é considerada um Mago. A palavra Mago deriva dos termos Sânscritos: Magh, Mah, ou Maha que pode ser traduzido por “grande”. Na Pérsia os magos eram homens de conhecimentos incomuns que se dedicavam ao serviço da Divindade; eram sacerdotes do fogo, “adoradores” do fogo. Na Antiguidade, Mago era um titulo honorifico, mas que ao longo do tempo foi decaindo e se tornando distante do seu significado original. Inicialmente era sinônimo de valores honoráveis, contudo, lentamente foi se tornando um termo indicativo para impostor, farsante, charlatão, chegando ao ponto do Catolicismo afirmar ser pessoa que vende a alma ao diabo. A despeito disso no Cristianismo Primordial não fosse assim; veja-se que no Novo Testamento consta que Jesus quando nasceu recebeu a visita de três reis magos, que eram sacerdotes, astrólogos, seguidores e praticantes de ritos do fogo da Babilônia. Sempre os verdadeiros magos dispunham de certos poderes, ou seja, de capacidades incomuns que um autêntico mago tem que ter ao menos sete deles, hoje conhecidos pelo nome de Os Sete Dons do Mago. Em decorrência de o mago ser uma pessoa dotada de certas capacidades envolvendo dons incomuns o Catolicismo a condena. No Ocidente os dons mais comuns de um Mago, são em número de sete: Vidência – Premonição – Telepatia – Telecinesia – Teleplastia – Astromância e Anastasis. Vidência – (Clarividência): Capacidade de ver as coisas invisíveis para os outros, independentementeespaço e tempo. Inclui também a clariaudiência; Premonição: Capacidade de prever o futuro, de profetizar; Telepatia: Capacidade de se comunicar mentalmente à distância; Telecinesia: Capacidade de mover objetos materiais sem neles tocar; Teleplastia: Capacidade de produzir materializações, de plasmar e exteriorizar as idéias; Astromância: (Geomância): Capacidade de utilizar energias telúricas e dos astros e para finalidades mágicas; Anástasis: Capacidade de sair do corpo. Desdobramento e “Viagem Astral”. Vale salientar que esses poderes apenas ocorrem em nível de mundo imanente. O mago pode dominá-los sem que seja um ser liberto. Além desses dons, certos iogues em algumas encarnações desenvolveram outras qualidades ainda mais sensacionais, sendo as mais conhecidas apresentadas em número de oito, conhecidos como Siddhis: Animâ – Poder de diminuir seu corpo até ao nível de um átomo, Mahima – Poder de no espaço (inverso de Animâ); Laghimâ – Poder de se tornar leve quanto um floco de algodão (anular a gravidade); Garimâ – Poder de se tornar pesado, até mais do que a própria terra; Prâpti – Poder de chegar a qualquer lugar que desejar, até mesmo à Lua; Prâkâmya – Poder de realizar todos os seus desejos: Ichatva – Poder de crear; Vaziltva – Poder de dominar tudo (Dominium). A maioria das pessoas põe dúvida se isso pode ser verdade, se tais poderes podem existir, mas na vida de Grandes Mestres temos visto. Atualmente Sai Baba, por exemplo tem mostrado a maioria desses poderes. Na historia há muitos casos, sendo mais citados alguns apresentados por Jesus. Ele podia se tornar leve e caminhar sobre as água citado nos Evangelhos Canônicos, ou se mostrar pequenino, ou imenso, atingindo as nuvens, como é citado por João descrito nos EvangelhosEvidentemente tudo isso exige muita energia, por isso somente pessoas especiais são capazes de demonstrar tais capacidades. Embora os 7 Dons e os 8 Siddhis sejam manifestações espetaculares, ainda assim Iniciados de elevado nível não dão muito valor a eles por saberem se tratar de artifícios da mente, de algo que só ocorre no Mundo de Maya. O Hermetismo endossa essa afirmação, mesmo considerando poderes admiráveis ainda assim não tenham capacidade de libertar o ser do jugo do mundo da ilusão.Revendo o filme Matrix embora sensacionais, as lutas encetadas por Neal nada significava no sentido de eliminar o mundo virtual em que ele se encontrava. Somente com a abertura de um portal feita pelos seus companheiro que estavam num plano superior é que ele saia daquele ilusão. Coisa similar acontece no ser vivenciando o mundo hodierno, por ser capaz de feitos sensacionais ainda assim ele não se liberta. Nenhuma pratica marcial podia tirar Neal do cenário, da mesma forma nenhuma capacidade extra-sensórias é capaz de fazer o mesmo com um ser que vive no Mundo Imanente. Os poderes do Mago e os Siddhis podem ser muito valiosos para muitas finalidades no mundo, mas apenas em nível de Imanência, e não como meio de libertação. Por isso é que o Hermetismo diz ser preferível usar o tempo em exercícios direcionados à energia. Não fazer como muitas pessoas fazem, levam uma vida inteira para o desenvolverem imensa número de dons que no final em nada contribuem para a consecução do objetivo maior que é a libertação final. É muito mais produtivo o desenvolvimento da capacidade de administrar a energia, de ampliar o poder energético pessoal, pois tendo bastante energia a pessoa pode apresentar todos os dons sem que tenha que passar anos a fio efetivando treinamentos exaustivos, para que detenham capacidades que têm valor muito relativo desde que funcionam apenas em nível de Imanência e que o ser precisa é meios de se libertar da escravidão do Mundo de Maya. Nenhum dos Dons, ou dos Siddhis libertam o ser. Muitas doutrinas os têm como objetivos importantes, mas que na verdade, embora sensacionais, indicam poderes, mas mesmo assim é algo que ocorre em nível de imanência. Em nível de libertação são como demonstrações esportivas, ginásticas ao nível da mente, tal como a ginástica o é ao nível do corpo. Praticantes de algumas doutrinas levam anos para através da meditação, ou de outros exercícios, entrar em estado de Samadi ou equivalentes. Na verdade isso é muito gratificante, mas algo que só dura momentos, que logo a pessoa volta ao mundo habitual sem trazer nada capaz de libertá-lo da ilusão de mundo. Estados elevados de mente são muito efêmeros, a pessoa volta ao mundo habitual sem que haja sofrido grandes transformações, muitas vezes até mesmo qualquer acréscimo de conhecimentos. Também sem sequer se vê, na quase totalidade das vezes, transformação alguma, nem mesmo ampliação do poder pessoal. Se poderia dizer que nem mesmo o nível Prâkâmya que dá ao ser a capacidade de realizar todos os seus desejos, realiza o grande salto da libertação. O que consegue realizar são feitos próprios do mundo habitual, coisas limitadas ao Mundo Imanente, ele não chega ao nível da libertação. Pode concretizar desejos dentro do mundo, mas não o poder de sair dele. Ichatva representa a capacidade de criar, mas não de criar mundos e sim de coisas pertencentes ao mundo, nada, além disso. Ichatva não leva o ser a criar realidades distintas, a transmutar o mundo, como pode fazer o ser que haja adquirido um imenso poder pessoal, que tenha domínio sobre a energia o que o pode tornar um ser liberto. A Libertação ocorre pela transmutação da realidade, o ser só se liberta quando ele atinge a capacidade de gerar sua realidade própria. )0(

Bruxas......Ame-as ou deixe-as... ;)


"É gente muito estranha as Bruxas....


Gente de coração desarmado, sem ódio e preconceitos baratos. 
Gente que fala com plantas e bichos. 
Dança na chuva e alegra-se com o sol.
Cultuam a Lua como Deusa e lhe faz celebrações... Eh!!
Gente muito estranha essas Bruxas. 
Falam de amor com os olhos iluminados como par de lua cheia. 
Gente que erra e reconhece, cai e se levanta, com a mesma energia das grandes marés,
que vão e voltam em uma harmoniosa cadência natural.
Apanha e assimila os golpes, tirando lições dos erros e fazendo redentores suas lágrimas e sofrimentos.
Amam como missão sagrada e distribuem amor com a mesma serenidade que distribuem pão.
Coragem é sinônimo de vida, seguem em busca dos seus sonhos,
independente das agruras do caminho. Essa gente, vê o passado como referencial , 
o presente como luz e o futuro como meta. São estranhas as Bruxas!
Acreditam no poder do feminino, estão sempre fazendo da maternidade a sua maior magia
e através da incessante luta pela paz!"  muito orgulho, poder dizer....
QUE SOU UMA BRUXA!!!!"