domingo, 22 de junho de 2014

Amor Próprio, Sempre em 1º lugar...

Amor Próprio   ;)

Você se atira ao mundo das migalhas como se comer de partes em partes pudesse te alimentar. Desconsidera o bolor que vai tomando conta do pão, o desinteresse de quem alimenta e só o faz pra mantê-lo vivo e vai se esquecendo cada vez mais de você mesmo enquanto é claramente débil o seu estado físico e emocional.
A mendicância de amor já é o seu estado natural: largado numa rua, coberto por trapos sentimentais que são tão frágeis quanto o amor que recebe. 
E o pior é que a condição é totalmente voluntário. Então porque você (e muita gente) ainda se sujeita a isso? Porque se esquece que “a gente aceita o amor que acha que merece”, como já bem dizia o menino Charlie.
Seria pretensioso demais da minha parte querer definir umas boas regras ou elaborar a construção do funcionamento do amor, mas sempre me foi claro que amor é um sistema de trocas voluntárias. Ninguém ama sozinho, ninguém é amado sozinho.
A falta de reciprocidade, pra mim, sempre configurou qualquer tipo de relação, menos a que a gente chama de amor. Amor é construção e ainda tem gente que se contenta com uns tijolinhos esquecidos na calçada pra montar um barraco e achar que tá protegido. Engano nosso. Ao primeiro sinal de tempestade a casa cai.
Aqui a gente dispensa os livros de autoajuda e a explicação psicológica do fenômeno, mas tudo se resume em:
** POR QUE VOCÊ NÃO OLHA NO ESPELHO >>>>>  e percebe que você é um ser humano que tem as suas qualidades e os seus defeitos e que ninguém pode te desmerecer por isso?
Você não precisa mudar seus modos, se matar numa academia, alterar e condicionar seu padrão de vida por causa de uma única pessoa que nem gosta de você. E aqui a gente encontra muitas vertentes da mendicância amorosa: tem a amiga do “eu não vou achar coisa melhor”, tem o amigo do “ela é demais pra mim e eu tenho que justificar o porquê dela estar comigo”, aquela prima do “eu preciso de companhia pra ser feliz” e por aí vai.
Não vejo sentido em correr atrás de alguém e insistir em estar com uma pessoa que claramente não se encantou por você.
Tudo bem , existe a premissa da conquista e tudo mais. Mas se você já tentou isso, qual é o sentido de sofrer por rejeição? O mundo tem 8 bilhões de pessoas e uns quebrados por aí.
Não é possível que a pessoa da sua vida seja justamente quem não quer nada com você.
Por isso, peço à “Geração da Falta de Amor Próprio” que entenda alguns pontos.
Não vale a pena implorar pelo amor de alguém se esse amor não é seu. Não é e pronto.
Nada que você faça vai fazer com que seja. Viver de migalhas é uma condição sub-humana de vida. Mendigos não seriam mendigos se eles pudessem.
Tente pensar dessa forma. Gostar da própria companhia e encontrar valor nela não precisa ser aquele clichê eterno de nunca dar o braço a torcer e dizer que ama a solteirice e espalhar isso pelas redes sociais. Você pode admitir que está carente, que sente falta de alguém, que seria legal ter alguém do lado, mas nunca é bom fazer de alguém o seu porto seguro.
“Nenhuma pessoa é lugar de repouso”. Você vai sempre precisar mais de você pra ser feliz do que de qualquer outro ser humano que encontre por aí.
Dito isso, considere celebrar a sua alegria consigo mesmo. 
Vale a pena brindar sozinho e beber uma boa taça de vinho, mas inteira, cheia até a borda.
Você vai acabar entendendo a diferença entre amor de verdade e uma ideia de amor
servido em conta-gotas.
.............................................. Witch )0( Arana Santos

sábado, 7 de junho de 2014

10 Coisas Que Ninguém Te Ensinou Sobre Relacionamentos ;)

Olá Queridos, tudo Bem?! Espero Que Sim. .:) Aqui vai um texto muito interessante sobre relacionamentos, espero que gostem!

 Bjss de Bruxa em cada um de vocês meus lindinhos  (^.^)

1. A recíproca nem sempre é verdadeira (e não precisa ser)
Ninguém admite, mas quando dá algo de si, mantém uma esperança secreta de receber algo de volta, mesmo que seja um agradecimento. É importante entender que oferecer algo de si é próprio de quem tem abundância emocional e, portanto, está livre para doar muito sem que lhe falte nada.  Além do mais, se o abraço foi você quem deu, quem ganhou foi você antes de mais nada.

2. Nem tudo o que reluz é ouro

Quando olhar para algo que lhe pareça perfeito, ideal ou saboroso, tenha cautela – nem sempre a aparência cumpre sua promessa. Procure cultivar uma relação antes de tirar conclusões sobre alguém ou algo. O pré-julgamento costuma ser o método predileto das pessoas infantis.

3. A generosidade garante que você dê e fique feliz

Quem dá algo de si sempre terá mais, porque a fonte do generoso é recurso renovável. O egoísta se alimentará apenas de si mesmo, e uma hora vai faltar ânimo, criatividade e entusiasmo. Enquanto isso o generoso se alimentará da entrega, e quanto mais oferecer de si, mais produzirá. Comece as relações oferecendo algo de si antes de pedir.

4. Essência não muda nada

Não adianta muito permanecer com seu tesouro emocional guardado sem que se faça algo concreto. As pessoas conhecem você pelo que você faz, mas se passar a vida toda apegado ao seu bom coração que nada concretiza, não poderá se indignar com a solidão. Se está sempre reclamando que as pessoas não o conhecem verdadeiramente, apenas demonstre. É fácil.

5. Não obrigue o outro a “ler” você

“Quem me conhece sabe do que eu gosto!”. Bobagem. Quem age assim é o bebê com a mãe – ela vai adivinhar se a fralda está suja pelo cheiro. Os adultos precisam falar claramente o que se passa com eles. Clareza, honestidade e abertura, coisas simples que facilitam sua comunicação e evitam brigas por mal-entendidos.

6. Deixe o outro livre para ser feliz

Todos nós estamos em busca de tranquilidade, intensidade e sorrisos. E o objetivo principal de um relacionamento é justamente nos proporcionar isso com mais frequência. Se um relacionamento está carregado de dificuldades, empecilhos e aflições, então talvez seja melhor encarar o fato de que a felicidade não está por ali. Se você é a pedra no sapato de alguém tenha a honestidade de sair do caminho e deixar espaço livre para que esse alguém busque seu próprio bem-estar.

7. Dar o troco é coisa de criança

Se você é daqueles que, quando não recebe o que quer, esperneia, reclama, briga e dá o troco, um aviso: isso é coisa de criança. Se alguém não correspondeu às suas expectativas, sorria e siga em frente – não se desgaste frente a uma situação improdutiva. Vingança é sempre uma forma acomodada de viver a vida.

8. A felicidade é responsabilidade sua, e não do outro

Se está esperando uma ocasião ou pessoa ideal para começar a ser feliz, existe algo muito errado. Ninguém e nada tem a capacidade de produzir felicidade em você. As pessoas podem ser inspirações e pontos de alavancagem, mas nunca fonte de felicidade. Isso é responsabilidade sua.

9. Não use as pessoas para alcançar seus objetivos

“Essa pessoa me acalma” ou “conheci alguém que vai facilitar minha vida”. Ops, talvez você seja utilitarista, e isso tem prazo de validade. As pessoas podem se cansar de você. Talvez você nem repare, mas pode estar buscando alguém como trampolim pessoal. “Quero encontrar um namorado”, por exemplo, revela que você não quer conhecer um garoto, mas sim um namorado. E se ele não agir como um bom candidato, não terá valor. Sacou o utilitarismo aí?

10. Seja criativo na vida, e os relacionamentos serão bons

Seus relacionamentos são reflexos de sua vida, e não o contrário. Se sua vida é pobre e fechada na pequena realidade que você criou no seu quarto, é natural que seus relacionamentos sejam de má qualidade. Se sua vida é uma fonte criativa, seus relacionamentos serão construídos com pessoas positivas, saudáveis e que façam tudo crescer. Negatividade é sempre um ciclo que se alimenta.
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Cuidado – Você Pode Estar Vivendo Um Amor Inventado :-o

Quem nunca passou dias, semanas, meses ou até anos admirando de longe uma pessoa sem nunca arriscar uma palavra, gesto ou declaração de amor? Você já deve ter vivido isso. Sabe aquele cara que achava maravilhoso e ficava imaginando mil cenários, encontros românticos, cheios de luzes, músicas e promessas de amor eterno , pra depois ouvir músicas que falavam de amores impossíveis ou traições dolorosas e até sofria pela rejeição do seu amor platônico? Curiosamente, mesmo quando essa relação se efetiva, permanecemos apaixonamos pela pessoa que está na nossa cabeça e raramente pela pessoa real.
O grande impasse dos relacionamentos é que na maior parte das vezes você assume um compromisso com o João e se relaciona com a imagem do João, sem avisá-lo disso.
Explico – Maria está casada com o João há 26, homem honesto, trabalhador, dedicado aos filhos, afetuoso, mas não muito estudado e as vezes um pouco rústico. Ela tem um amante há 25 anos e 7 meses desde a primeira vez que João se mostrou um pouco limitado intelectualmente. Naquele momento ela pensou,”bem que o João poderia estudar um pouco mais”. Ali nasceu o amante. Cada atitude do João real passa pelo filtro de suas fantasias e expectativas e toma outro formato. O drama cotidiano é que Maria jura de pés juntos que está lidando com a pessoa real e nem desconfia que exige coisas do João por causa daquele imaginário. Maria passa a comparar o João real com aquele amante super-intelectualizado e ávido leitor de filosofia. O casamento deles estaria marcado por essa cegueira funcional.
As desilusões decorrentes desse tipo de engano são muito comuns. Várias vezes a pessoa diz, “mas ninguém me entende” e nem se dá conta que se ninguém a entende é porque ela não está sabendo se expressar de forma adequada. É bem possível que ela não esteja se relacionando com fatos concretos. Se ela projeta uma fantasia dos outros como gostaria que fosse, é bem possível que os outros não a entendam, afinal ela não se comunicou com a realidade, mas com o seu devaneio secreto.
Essa pessoa gera uma insatisfação já que caminha sobre duas realidades, aquela que os sentidos alcançam e outra que é uma versão fantástica, imaginária e emocionante da primeira. O resultado é o tédio.
 
Cena imaginária: 
hoje é dia do aniversário de 3 meses e 22 dias do nosso namoro e com certeza ele vai trazer flores com chocolate. Acho que agora ele percebeu que sou a mulher da vida dele. Com certeza vai me apresentar para a família e dizer que somos o casal perfeito.
Cena real: Ele chega um pouco cansado do trabalho, beija a namorada feliz em vê-la, mas um pouco lamentoso pelo dia difícil. Ela pergunta se ele não esqueceu de nada. Ele responde negativamente e imediatamente toma um tapa na perna. Ela fica mau humorada, indisposta e não quer falar sobre o assunto, afinal ele nunca sabe o que se passa com ela e não reconhece a namorada que tem. Ele fica paralisado e ouve ela o acusar de que além de tudo é um insensível que não tenta saber quais são seus verdadeiros sonhos.
Essa cena hipotética parece plausível para jovens de 16 anos, mas em alguma medida e com as devidas variações se repete inúmeras vezes com os casais. Expectativas ocultas não verbalizadas que se tornam uma arma contra o outro.
Quando você era criança sua mãe parecia adivinhar o que você queria. Claro, suas necessidades se resumiam a comer, defecar, sorrir para obter cuidados, chorar pra mostrar desconforto, tomar banho e trocar de roupa. Apenas alguns botões poderiam ativar sua felicidade, mas hoje, como adulto não existe a mamãe para embalar seu berço e se quiser água terá que levantar ou pedir claramente para alguém e não olhar com “cara de sede” e exigir que o outro adivinhe tudo.
No mundo adulto, é preciso aprender a ser claro e parar de exigir que as pessoas “leiam” você porque te conhecem e deveriam saber tudo a seu respeito. Lamento, mas sua vida será um mar de alucinações e desesperança se buscar essa relação telepática. Além do mais, as pessoas mudam e vale a pena não assumir que conhece inteiramente seu parceiro, mesmo que já convivam há muito tempo.
Abra seus olhos, ouça com calma, preste atenção sem interromper ou tentar deduzir o que o outro está falando, respire fundo na hora de interagir, pare de controlar cada resultado de suas palavras, esqueça de tentar entortar o mundo conforme seus desejos. Saia de sua mente e dê uma chance para as pessoas se relacionarem com uma pessoa de verdade. 
 
O mundo não é um berçário.
....................................................................;) 
 

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Amor: fundamental é querer

Muito provavelmente, a maioria das pessoas afirmaria categoricamente: "eu quero! E mesmo assim, não dá certo!". Eu acredito que a maioria queira mesmo. Mas é preciso refletir: quer como? Quer quanto? Quer até que ponto? Mostra que quer? Mostra como?

Talvez, a principal questão seja: será que você realmente está agindo como quem quer? Esta decisão precisa estar presente na sua relação todos os dias, diante de qualquer circunstância, e especialmente nas mais difíceis, naquelas que mais despertam em você sentimentos como raiva, desconfiança, ciúme, insegurança, cansaço, tristeza, irritação, impaciência, desânimo, decepção e frustração.

Caso contrário, esteja certo de que, mais cedo ou mais tarde, você vai começar a 'desquerer'. E o amor vai desandar! Esta é a grande armadilha, da qual a maioria das pessoas não se dá conta! E quando vê... o amor adoeceu. E doente, fica muito mais difícil ainda de querer.

Então, o segredo é descobrir qual atitude sustenta o querer. Bom começar sabendo que querer não é algo que possa depender essencialmente dos acontecimentos. Os acontecimentos influenciam, mas são efêmeros. O que sustenta o querer é uma decisão. É uma escolha. É a consciência de que amor é consequência de algo que começa e termina dentro de você e não em qualquer outro lugar ou em qualquer outra pessoa.

Pare por um instante e pense em seu relacionamento. Você quer que dê certo? De verdade? Então, faça um pacto consigo mesmo e, de preferência, converse com seu par e conte a ele sobre esse compromisso, sobre essa decisão. O melhor dos mundos é quando ele também se decide. E, juntos, vocês começam a se comportar como quem quer fazer este amor dar certo!

Funciona mais ou menos assim: vocês se desentenderam por qualquer motivo. Desde o mais banal até o mais grave. Talvez tenham perdido a linha. Talvez tenham discutido e até se magoado. Mas, em seguida, mais calmos, precisam se lembrar de que escolheram fazer dar certo. E sendo assim, a postura tem de ser coerente. O que vão fazer agora?

Se o motivo era banal, é provável que a mágoa ou a irritação já tenha passado. E que passe logo mesmo! Quem quer fazer dar certo não pode ficar alimentando briguinhas infantis e que não levam a nada. Mas se o motivo foi mais sério, é provável que precisem conversar sobre o assunto. Esclarecer pensamentos, sentimentos e impressões. Contar um ao outro o seu ponto de vista. E precisam se ouvir. Ouvir com a mente aberta. Com a decisão de querer ativada.

Porque assim, quando o objetivo é fazer dar certo, os caminhos podem mudar, as diferenças podem incomodar, os problemas podem surgir, mas a intenção será sempre contundente e soberana. E isso muda tudo! Experimente... 

.......................................;) )0(

Você se dá demais nos seus relacionamentos?

Quando começa um relacionamento, você faz tudo o que pode e até o que não pode pelo outro? É aquele tipo de pessoa que se dedica sem medidas, que está disposta a responder sempre 'sim' à solicitação que seu par ainda nem fez?

O tempo vai passando e você se pergunta se tem feito o suficiente? À menor demonstração de dúvida do outro, você se questiona sobre o que pode ter feito de errado e se está realmente fazendo o seu melhor? Tem a impressão de que será amada quanto mais bacana e 'fora do comum' você for?

E conforme o tempo passa mais e mais, sente que o outro ainda não a está amando quanto e como você gostaria? Você até fica triste, até cogita a possibilidade dele não estar sendo justo ou não estar reconhecendo tudo o que você faz, mas não desiste e não mede esforços para fazê-lo feliz?

Se você se casou com esse sujeito a quem tanto ama, tem a sensação de que vive seus dias em função desta relação? Já se pegou intuindo que faz, faz, faz, mas que nunca parece o bastante? Já se pegou pensando que gostaria de ser mais valorizada, reconhecida, elogiada e amada por tudo o que tem feito desde sempre? Suas amigas a chamam de boba, dizem que você se dá demais e que precisa mudar?

Fazer mais e mais é como passar o dia cozinhando deliciosas receitas, uma atrás da outra, e oferecendo todas elas, prato após prato, para uma pessoa que pode até já ter dito estar com fome, mas que você, de tão insegura e equivocada, saciou essa fome logo na entrada. Não esperou o momento do prato principal. Não reconheceu o momento da sobremesa. Deu tudo. Deu muito mais que o necessário. Não houve tempo para a fome querer mais. E se tem um ditado que pode revelar o que tem acontecido com nos seus relacionamentos, é: "Quando a barriga está cheia, toda goiaba tem bicho"!

Você tem mesmo se esforçado para ser a melhor goiaba. Mas o outro está com a barriga cheia e só consegue supor que você tem bicho! Não a quer. Não a aguenta mais. Não tem vontade de você! Porque você não dá tempo de a fome chegar. Porque você, principalmente e acima de tudo, nem reconhece a doce e gostosa goiaba que você é! E termina acreditando que tem bicho mesmo... e quase implorando para que ele lhe queira!

Sabe o que é que lhe falta? Sabe por que o outro parece não fazer a menor questão de convencê-la a ficar? Quer mesmo descobrir? E mais do que descobrir, está realmente disposta a mudar o enredo cansativo e frustrante desta história? Então, minha cara, pare com isso! O outro só vê o que você mostra! Mas não o que você se esforça pra mostrar. Porque quem insiste é porque não tem certeza! Quem implora é porque duvida do quanto vale! Quem se dá demais é porque não sabe o que merece! E é justamente esse que tem sido o seu erro!

Pare de olhar para o lado errado! Pare de se dedicar a quem não pode lhe dar o que você tanto quer!

Pare de se comportar feito tola - acreditando que será amada se fizer mais e mais e mais.
Não será! O problema é que você não se sabe! Não se vê! Das poucas vezes que se olha, usa os olhos de quem já está farto. Olha de fora. Olha sem entrar e sem acender a luz!

Comece a reconhecer a sua própria fome. Mas não para se entupir de si mesma, sem medida, sem consciência.

Porque isso também só servirá para se cansar e se frustrar. Ouça-se, conheça-se e descubra o que é você quer, agora, neste momento. Assim, de luzes acesas e com brilho próprio, vá em busca de se fazer feliz.
E esteja certa de que não só será, mas parecerá e será tratada como uma goiaba suculenta e apetitosa! 
................................ ;) )0(

** Conhecimento

Uma das lições mais importantes que precisamos aprender, no caminho do desenvolvimento espiritual e do autoconhecimento, é ignorar os apelos e as interferências da mente.

A mente sempre nos leva a duvidar daquilo que intuímos, ou sentimos em nosso coração como sendo verdadeiro. Ela exige provas materiais, concretas, racionais. Chega mesmo, em algumas ocasiões, a tentar nos fazer acreditar que estamos ficando loucos.

Por isso, vamos em busca de mestres, livros e toda a forma de ensinamento que nos forneça um aval, algo que possamos apresentar para a nossa mente e dizer: "veja, isto é real, verdadeiro, está sendo atestado por alguém com grande conhecimento e sabedoria".

Porém, este convencimento não durará por muito tempo, logo a mente nos trará novas dúvidas e questionamentos, e jogará por terra nossas frágeis convicções. É da natureza da mente agir assim, ela sempre tentará nos infundir mais medo e desconfiança, pois é a única forma de nos manter sob o seu domínio.

Só há uma maneira de fugir deste círculo vicioso: é ir além do racional, ter a coragem de mergulhar fundo em nossa própria interioridade e vivenciar, plenamente, a consciência divina que constitui nossa real natureza.

Uma vez que isto aconteça, nenhuma dúvida poderá mais nos assaltar, e todos os ensinamentos se tornam, finalmente, verdadeiro conhecimento, inquestionável, porque transcendeu o mero entendimento intelectual.

Mas é preciso muita determinação e vontade para seguir adiante quando os obstáculos surgirem - e eles serão muitos -, tanto os reais quanto aqueles que não passam de desculpas criadas pela mente para nos fazer desistir da jornada.

"Há duas coisas que devem ser entendidas: 'O desabrochar da flor é o momento glorioso no qual a percepção desperta: com ele surge a confiança, o conhecimento, a certeza'.

A menos que você experimente, não conheceu ainda. A menos que você experimente, não pode haver fé. Antes que você experimente, toda crença é falsa, toda certeza é apenas fachada, todo conhecimento é apenas informação e nada mais.

Lembre-se: antes de experimentar alguma coisas por si mesmo, não esteja tão seguro dela, pois a certeza em demasia é apenas um truque da mente para ocultar a incerteza interior. Antes de vivenciar alguma coisa por si mesmo, não diga que a conhece, porque seu conhecimento é apenas um truque para ocultar sua ignorância.

Você pode ter lido o Gita, você pode ter lido o Alcorão, pode ter lido a Bíblia. Então você sabe ' a respeito de ', mas não sabe. Pode saber muito a respeito de Deus, mas isso não significa nada, a menos que você conheça Deus.

Saber ' a respeito de' não é conhecimento. Você pode saber o que Jesus disse, mas isso é emprestado, secundário, inútil. Você pode repetir o que Krishna disse, mas isso é apenas mecânico. Você pode memorizá-lo, pode sabê-lo de cor, mas nunca estará em seu coração; permanecerá na memória. A memória é mecânica; não é conhecimento. O conhecimento surge somente através de sua própria experiência. Insista em sua própria experiência. Se você insistir, conseguirá.

Aqueles que procurarem, encontrarão.

Mas você nunca procura; contenta-se com um conhecimento emprestado. Nunca diz:' Preciso conhecer por mim mesmo'.Se você procurar, a existência estará pronta para lhe dar; mas você se contenta com livros, com escrituras, com informação de empréstimo. Nunca procura o verdadeiro conhecimento.

Procure o real. E o real significa a sua experiência, a sua própria experiência. Os Budas não são de nenhuma ajuda. Podem apenas mostrar o caminho, mas você precisa andar com seus próprios pés. Insista em conhecer por si mesmo, em sua própria experiência. Não se contente antes disso.

Aqueles que desejarem ler, lerão.

... Insista, ' quero ler na existência' e a ocasião lhe será dada. Mas se você não insistir, se contentar-se em carregar um livro morto, então,a existência não se imporá. A existência é absolutamente não violenta; ela não se impõe a você. Você pode continuar com suas escrituras e, se está feliz, ótimo. Mas você está vivendo num mundo falso, está vivendo no mundo das palavras. Abra o livro da existência. Jogue fora todas as escrituras para que a escritura verdadeira possa ser encontrada.

Aqueles que desejarem aprender, aprenderão.

Aprender é difícil porque aprender significa render-se, aprender significa entregar-se, aprender significa tornar-se semelhante a um útero, tornar-se feminino, permitindo que a existência entre em você. Porém, aqueles que desejarem aprender, aprenderão.
Nós também desejamos, mas não aprender. Desejamos coletar mais informações. Isso não é aprender.

...Você pode carregar minhas palavras. Mas estará carregando um peso morto. Ele o oprimirá; você não será livre. Minhas palavras não podem libertá-lo. Ao contrário: podem aprisioná-lo, podem tornar-se grilhões para você.

Teria sido melhor se você não tivesse vindo. Tudo o que digo, seja o que for, não é para ser lembrado. É para ser vivido. E se você o vive, torna-se seu. Então, essas palavras não me pertencem mais. Agora, você conhece alguma coisa através de seus próprios olhos, sente alguma coisa através de seu coração. Isto é conhecimento. E isso proporciona certeza e fé.

**Que a paz esteja convosco - pois somente na paz o divino se torna possível".

Osho

.......................... Lady Witch Arana )0(
“Nas religiões antigas, a purificação e a preparação para a própria morte tornam a pessoa imune ao mal, colocam-na fora do seu alcance. Ao nos abrigarmos sob a proteção da Mãe Selvagem

 — o círculo de giz —
 Permitimos que a descida psicológica continue sem desvios da sua trajetória,
 sem que nossa vitalidade seja destruída pela diabólica força oponente da psique.”